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Estrutura de conta

Google Ads em Várias Unidades de Negócio sem Nada Unificado

Quando cada unidade de negócio roda campanhas de Google Ads de forma isolada, a empresa perde visibilidade, paga mais caro e não sabe onde o dinheiro realmente está gerando retorno.

Em resumo

Empresas com múltiplas unidades de negócio costumam acabar com contas de Google Ads isoladas, cada uma configurada por uma pessoa ou agência diferente, sem padrão de nomenclatura, sem conversões comparáveis e sem visão consolidada. Isso torna impossível saber qual unidade realmente performa melhor. A BSC atua justamente nesse tipo de diagnóstico estrutural.

É comum uma empresa crescer, abrir novas unidades, filiais ou linhas de produto, e cada uma delas ir contratando sua própria solução de mídia paga no caminho. Uma unidade contrata uma agência, outra deixa por conta de um funcionário que "entende de marketing", uma terceira terceiriza para um freelancer. O resultado, depois de dois ou três anos, é uma colcha de retalhos: contas de Google Ads com estruturas completamente diferentes, nomenclaturas que não conversam entre si, conversões configuradas de formas distintas e nenhum critério comum para comparar performance entre unidades.

O problema não é só estético. Quando não existe padronização, a diretoria simplesmente não consegue responder perguntas básicas, como qual unidade de negócio traz o menor custo por lead, qual está desperdiçando orçamento, ou se o crescimento de uma região está de fato relacionado ao investimento em anúncios ou a outros fatores. Cada relatório vem de um formato diferente, com métricas que não são exatamente a mesma coisa mesmo tendo o mesmo nome. Isso cria uma falsa sensação de controle, porque existem números, planilhas e dashboards, mas eles não permitem nenhuma decisão consolidada de verdade.

Por que isso acontece com tanta frequência

Esse é exatamente o tipo de padrão que a BSC costuma identificar em auditorias técnicas. Estruturas fragmentadas quase sempre nascem de decisões individuais tomadas em momentos diferentes, sem que ninguém tenha a visão do todo. Uma unidade contrata uma agência local, outra decide fazer internamente, e ninguém para para pensar em como essas peças vão se encaixar depois. Como cada fornecedor tem seu próprio jeito de configurar conversões, campanhas e públicos, o que parecia prático no curto prazo se transforma em um emaranhado que ninguém tem coragem de mexer, porque mexer significa correr o risco de quebrar algo que, mesmo torto, ainda está gerando alguns resultados.

Com o tempo, essa fragmentação também esconde ineficiências de orçamento. É comum encontrar campanhas quase idênticas competindo entre si em unidades diferentes, disputando os mesmos leilões, ou públicos duplicados sendo pagos duas vezes sem que ninguém perceba. Sem uma visão unificada, esse tipo de sobreposição fica invisível até alguém de fora olhar para o conjunto todo com um olhar técnico e crítico.

O custo de continuar sem uma visão única

A BSC observa esse cenário com frequência ao analisar contas de clientes novos. Toda vez que a empresa investe em ampliar o número de unidades sem investir em unificar a inteligência por trás dos anúncios, o crescimento fica mais caro do que precisaria ser. Decisões de orçamento acabam sendo tomadas com base em achismo, ou pior, com base em qual unidade grita mais alto pedindo verba, em vez de qual unidade realmente entrega retorno. Auditar e reorganizar essa estrutura exige um olhar técnico que consiga enxergar todas as contas ao mesmo tempo, entender o histórico de cada uma e desenhar um padrão comum sem destruir o que já funciona. É esse tipo de trabalho que a BSC costuma assumir quando chega para diagnosticar contas de Google Ads espalhadas entre múltiplas unidades de negócio, trazendo clareza onde antes só havia números soltos.

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